Redes sociais como fontes para seleção documental: padronização e assuntos em evidência por grupos


Falar em biblioteconomia, informação e redes sociais é algo complicado. Não há uma linha que diga qual o possível uso das ferramentas de redes populares, como o Facebook, que seja realmente útil para as bibliotecas. Provavelmente a divulgação de serviços seja o uso mais claro. A própria finalidade destas ferramentas é questionada: elas servem para informar ou comunicar?
Em setembro de 2011 o Bibliotecno publicou um texto ainda pouco elaborado acerca do tema, focado no uso das ferramentas de redes com o fim de seleção documental, denominado “Acervo que represente a sociedade. Usar redes sociais como fontes para seleção, é viável?”.  Neste texto uma coisa foi considerada, independente de como utilizar os dados publicados nestas redes: a formação de acervos deve vir daquilo que a sociedade, a comunidade de uma biblioteca, considere relevante.
Muitas características devem ser analisadas, principalmente em relação aquilo que leva uma pessoa a compartilhar algo, mas uma característica estrutural começa a se tornar muito similar nestas ferramentas. Ao invés do foco na troca de recados, modelo explorado até hoje pelo Orkut, as redes estão se tornando listas cronológicas de trocas de informações em linha cronológica. Este é um modelo que acabou sendo bem sucedido pelo Twitter e que inspirou mudanças no Facebook e deu característica ao Google Plus.
Mas o twitter ainda tinha uma característica importante para a possibilidade que o Bibliotecno abriu no texto de setembro: Os assuntos em tendência, ou trending topics. É claro que a ferramenta ainda é muito limitada para o uso de seleções documentais para o público alvo de uma biblioteca, pois, o único filtro de tópicos de tendência que o Twitter apresenta é regional, e por grandes regiões como algumas cidades.

Confira a matéria completa em bibliotecno

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